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“… muito além do esperado”

Fulaninho de tal

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Compositora, cantora e produtora cultural, Ivy Morais desembarca no Solar de Botafogo no dia 12 de abril para lançar o seu 1º disco autoral: ‘Na ponta do remo’ – que conta com arranjos de Pedro Franco, direção musical de Pantico Rocha e a participação de Lenine em uma faixa.

Mineira radicada há 10 anos no Rio, é cria do lendário boteco Bip Bip, tendo passado por blocos do carnaval carioca, casas como Rio Scenarium, Carioca da Gema e se apresentado no Ciclo Internacional de Compositoras – o SONORA. Ivy dedicou os últimos anos aos bastidores no papel de produtora, e hoje mais preparada e consciente do corpo e da voz, reacende a sua carreira de cantora prometendo levar uma experiência única e vibrante ao público.

Com o mar de pano de fundo, o espetáculo propõe um mergulho para o samba de roda, das rodas, das ruas, e uma onda traz consigo o lirismo da valsa e do bolero, a intensidade do maracatu e do lamento nordestino. Na temática de sua poesia, personagens que percorrem um Brasil por suas águas, veredas e todo o universo interior da autora, projetando a liberdade em toda sua essência.write my essay buy a research paper

Na música ‘Terra Morena’, mulher, parda de sol e de terra, enfrenta sua dura caminhada no sertão, e com seu canto, sua sede e sua fé “estremece os mares / distantes do horizonte”. ‘Canto de Esperança’, que contou com a interpretação de Lenine no CD, fala de obstáculos, da coragem e do desconhecido, como nos versos que deu nome ao disco: “seguimos com as certezas do que não sabemos / guiados pelas estrelas / destino traçado na ponta do remo”.

É na palma da mão que os sambas de roda são garantia de alto astral, propondo uma pausa no tempo, pois enquanto a morena gira, “periga da Terra parar de girar”.

O pulso é exposto à navalha nas faixas ‘Armadilha de Flores’ (“serão cortes futuros / garrafas quebradas / mas pago pra ver o estrago do bar”), na aura boêmia de ‘Drink Music’ e na singela valsinha “e eu me corto nas notas / de uma ‘Canção Baldia’”.

O 1º single (‘Vista para o mar’, lançado em 24/03) fala de amor, sim, mas também sobre se permitir, se entregar à intensidade da batida da vida, como nos versos “inútil buscar a certeza / na dúvida vive a pureza / a estrada só faz sentido no caminhar. / o samba é o nosso braseiro / faz sol no Rio de Janeiro / e o nosso amor tem vista pra o mar”.

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